Como anunciar no Google?

Para anunciar no Google basta abrir uma conta gratuita no Google Ads (antigo Google Adwords), fazer as configurações da empresa e de pagamento, configurar a campanha, grupo de anúncios e os anúncios, definindo o orçamento da campanha, estratégia de lances e a segmentação dos anúncios. Pelo Google Ads é possível anunciar na pesquisa do Googlerede de sites parceiros do GoogleYouTubeaplicativo, entre outros locais. O pagamento normalmente é feito por clique e o anunciante possui o controle sobre o orçamento, definindo quanto quer gastar e o período de exibição do anúncio.

Como o Google Ads funciona?

Para começar a divulgar no Google você vai precisar ter uma conta no Google Ads (antigo Google Adwords), a plataforma de publicidade nos serviços do Google. Através dela é possível anunciar em todos os serviços do Google, como a busca do GoogleGoogle ShoppingGoogle Mapsaplicativos AndroidYouTuberede de sites parceiros do Google, entre outros serviços que permitem anúncios.

Google Ads possui interface onde é possível fazer a inserção das campanhas e anúncios, palavras-chave, públicos, segmentações e demais configurações, assim como determinar o posicionamento, orçamento da campanha e lances. Ela também permite cadastrar praticamente todos os ativos necessários para rodar as campanhas, além de fazer a integração de plataformas e outras configurações avançadas.

Os anúncios no geral são comercializados por cliques (CPC): ao exibir um anúncio na busca e o mesmo receber um clique de um usuário, paga-se o valor daquele clique para o Google.  Se um anúncio na busca do Google é visto, porém não é clicado, não há custo. Existem também outro modelo de cobrança, como por visualizações (normalmente anúncios de vídeo) e por conversão (campanhas de display).

O que determina o valor do clique é o leilão. Ao criar um anúncio, determina-se um lance. Se o lance do anunciante é maior que o seu concorrente, seu anúncio ganha o leilão e é exibido. Porém não é apenas o lance que faz um anúncio ganhar o leilão: a qualidade do anúncio é peça fundamental para o cálculo do anúncio que deve ser exibido para o usuário.

Veja também:

Sobre a organização do Google Ads

Uma conta do Google Ads é dividida hierarquicamente nos níveis de campanhagrupo de anúncio anúncio:

Nível de campanha

Este nível é responsável pelas configurações gerais da campanha e por agrupar os conjuntos de anúncio. No geral, a campanha é responsável por determinar o objetivo, tipo e canal (posicionamento) onde os anúncios serão exibidos, assim como definir segmentações, idioma, orçamento e estratégia de lance.

Dependendo do tipo de campanha tais configurações podem estar disponíveis também no grupo de anúncios. Existem ainda configurações mais avançadas e específicas de cada tipo de campanha.

Nível de grupo de anúncios

Embaixo do nível de campanha, os grupos de anúncios agrupam os anúncios. Suas configurações variam muito de acordo com o tipo de campanha escolhido. No geral, ele é responsável por organizar diferentes tipos de anúncios, agrupando diferentes anúncios para uma mesma segmentação.

Nível de anúncios

É neste nível que são configurados os anúncios que serão publicados e vistos pelos consumidores. Cada grupo de anúncios permite agrupar diferentes anúncios, entregando-os de maneira distribuída.

Navegando no Google Ads

A interface de navegação do Google Ads foi totalmente reformulada há alguns anos, quando a ferramenta ainda se chamava Google Adwords.

  • A coluna da esquerda permite facilmente navegar entre as campanhas e grupos de anúncios da conta;
  • Logo depois dela, existe uma outra coluna que permite navegar pelas informações da contacampanha ou grupo de anúncios – depende do que estiver selecionado;
  • O conteúdo central exibe as informações da visão selecionada. Cada visão possui informações bem específicas, e com exceção da visão geral e recomendações, no geral ela apresentará um gráfico, filtros e o conteúdo em formato de tabela. É possível acrescentar e retirar colunas com as métricas desejadas;
  • Na parte superior temos uma área de relatórios e outra de ferramentas e configurações. Na parte das ferramentas e configurações é possível acessar todos os recursos da conta (como públicos e listas de palavras negativas), fazer configurações e integrações entre contas e acessar os dados de faturamento.

Quanto custa fazer anuncio no Google?

No Google Ads o anunciante possui total controle sobre o orçamento que quer investir, bastando apenas configurar o orçamento no nível da campanha. Então podemos dizer que para divulgar no Google o anunciante pode pagar o que quiser.

Mas o que de fato vai definir se o anúncio será exibido ou não para um usuário é se ele está vencendo o leilão, composto principalmente do lance ajustado na campanha e qualidade do anúncio. O anúncio que for o mais competitivo, deve aparecer em primeiro naquele determinado momento, e depois vem os menos competitivos.

Para definir o quanto se deve investir no Google é preciso antes saber claramente qual o objetivo e meta a ser alcançada. Por exemplo, se você sabe que para realizar 1 venda são necessários em média 100 cliques em um anúncio, e se o valor médio de cada clique custa R$ 0,25, então para ter uma venda você precisa investir R$ 25,00. Se sua meta dentro de um mês é obter 100 vendas, então o valor a ser investido deverá ser de R$ 2.500.

Saiba mais quanto custa anunciar no Google clicando neste link.

Google Ads Editor

Além da interface online do Google Ads, existe um programa que pode ser baixado no computador para a criação e edição de maneira off-line. O programa chamado de Google Ads Editor permite criar e fazer alterações em campanhas em massa, proporcionando rapidez e facilidade.

Apesar de ser um software bastante útil, o Google Ads Editor pode não ser muito prático na hora de analisar os dados das campanhas para realizar otimizações. Neste caso o mais indicado é usar a interface web do Google Ads.

Para fazer o download do Google Ads Editor basta clicar neste link.

Vantagem de utilizar o Google Ads

Fazer propaganda no Google é uma das formas mais efetivas de se fazer marketing digital. Não só pelo fato de se pagar apenas pelos cliques (no geral), mas também pelo alcance: o Google é o mecanismo de busca mais usado no mundo; o YouTube é o segundo site mais utilizadoo sistema Android está na maior parte dos dispositivos mobile; a rede de sites parceiros é enorme.

– Pague por clique

No geral paga-se apenas pelos cliques que receber no anúncio.

– Controle o quanto vai pagar

Basta definir o orçamento da campanha.

– Vasta área de cobertura

Líder como mecanismo de pesquisa, o maior site de vídeos (YouTube), a maior rede de sites parceiros que exibem anúncios e também o sistema operacional mais utilizado nos dispositivos mobile (Android).

– Presença em toda jornada de compra

É possível impactar o consumidor em praticamente todos os passos de sua jornada de compra, desde a descoberta, consideração e decisão.

– Facilidade de mensuração

O Google Ads é rico em informações sobre o desempenho e previsões para campanhas, além de se integrar com o Google Analytics e outras ferramentas.

– Traz resultado

Ao operar a ferramenta de maneira estratégica, o potencial de resultado é enorme.

Principais formatos e canais de anúncios do Google

Engana-se quem acredita que fazer propaganda no Google se restringe apenas ao mecanismo de pesquisa. De fato, a pesquisa do Google é uma das ferramentas mais poderosas, visto que os anúncios impactam justamente quando um usuário busca por uma palavra-chave, ou seja, demonstra um intensão. Mas a publicidade no Google vai muito além disso: o Google é dono do YouTube, do sistema Android e possui uma infinidade de sites parceiros, que exibem banners promovidos pelo Google.

Busca do Google

São os anúncios exibidos quando um usuário faz uma busca por alguma informação no Google. É um dos formatos mais relevantes e de maior resultado, pois impacta a pessoa quando ela está buscando por alguma informação – ou seja, tem intensão de algo.

Na busca é possível fazer os clássicos anúncios de texto, também chamados de links patrocinados. Pela semelhança com o resultado natural (chamado de orgânico), costuma trazer muito resultado.

Outro formato muito relevante é o anúncio de Google Shopping, onde são exibidos produtos com foto e preço. Esses produtos levam o possível cliente para a loja virtual do anunciante e é uma das formas mais eficazes de anunciar produtos na internet.

Existem também outros formatos de anúncio na busca do Google, como anúncios que aparecem no Google Maps e até de cadastros, formato novo que o Google está testando.

Além disso tudo, o há sites e portais que utilizam o mecanismo de pesquisa do Google em seu site, como o caso do site da UOL por exemplo. Ao fazer uma busca no UOL, o resultado de pesquisa vem do Google, e é sinalizado no canto com o termo “Powered by Google”. Esses sites + a busca do Google compõe a rede de parceiros de pesquisa do Google.

Google Shopping

Como foi dito, os anúncios de Google Shopping são estratégicos para quem vende algum tipo de produto através de lojas virtuais. Este formato de anúncios permite exibir produtos quando um usuário faz uma busca por algum termo no Google, e quando o mecanismo de busca percebe que há um intensão de busca de produto, exibe os anúncios de Google Shopping.

Por exibir o a fotodescrição preço do produto, o usuário que clica sabe que está visitando um site de compras, e por isso a taxa de conversão tende a ser maior.

O Google Shopping também possui uma aba exclusiva nos filtros de pesquisa do shopping, com uma experiência completa e que permite busca facilmente por produtos e comparar preços. Os anúncios de shopping também são exibidos no Google Images, onde a foto do produto é o que tem maior destaque e entrando no contexto do recurso de busca.

Para anunciar no Google Shopping, é preciso que o anunciante tenha uma conta no Google Merchant Center, programa que permite a integração do catálogo de produtos do lojista. O meio mais comum de integração é através de um arquivo XML com a lista de produtos. Também é possível integrar uma planilha do Google com os produtos, fazer uma integração via API ou utilizar a detecção automática de produtos, que funciona quando um site de vendas possui a estrutura correta de informações em suas páginas de produtos.

Uma vez que o catálogo de produtos é inserido, é preciso criar o anúncio lá dentro do Google Ads. Pra isso, o Google Ads e o Google Merchant precisam estar integrados – o que é algo muito simples e rápido por sinal.

Google Shopping tem ido muito além da pesquisa do Google: ele também exibe produtos na rede de sites parceiros do Google (ou rede de display), através de banners dinâmicos. Os produtos também aparecem no YouTube, normalmente espalhados pela plataforma, entre os vídeos.

Rede de sites parceiros do Google

Além da rede de pesquisa, temos também a rede de sites parceiros do Google, que são sites que exibem anúncios do Google em troca de monetização pelo Google AdSense. A rede de sites parceiros também é conhecida como rede de display (por exibirem banners), rede de conteúdo (por serem normalmente sites de conteúdo), ou GDN (Google Display Network).

O formato mais utilizado é a exibição de banners em sites de conteúdo, aplicativos e no próprio YouTube. Você já deve ter visto anúncios do tipo em portais de conteúdo como Terra, UOL, etc. Ao contrário da pessoa, o usuário está consumindo algum tipo de conteúdo e ao é impactado por algum anúncio.

rede de display é muito vasta, composta de inúmeros sites, dos mais diversos tipos de conteúdo. Este ecossistema permite que o anunciante segmente suas campanhas para exibir em sites que falam sobre determinados assuntos e para atingir os públicos que atendem determinadas características, como sexo, local, idade, etc.

É uma mídia geralmente usada para gerar consciência de marca e também para fazer remarketing, que é uma forma de reimpactar um usuário que tenha interagido com o seu site, anúncio de vídeo, aplicativo, etc.

YouTube Ads

YouTube é a maior plataforma de vídeos da atualidade e foi comprada pelo Google já faz um bom tempo. Com os anúncios de vídeo em alta, ele se tornou um dos principais canais de divulgação para gerar consciência de marca e consideração de compra. Os anúncios de vídeo são muito mais ricos que os anúncios de display, e podem ter uma eficácia muito para fazer branding ou performance.

Os principais formatos de vídeo ads são o in-stream e o discovery.

  • Vídeo in-stream: São os vídeos exibidos antes, depois ou durante um vídeo publicado no YouTube. São ideias para promover conhecimento de marca, consideração e conversão em compras.
  • Vídeo discovery: São vídeos exibidos com sugestão na navegação do YouTube. Normalmente eles são exibidos em algum vídeo “orgânico” com conteúdo similar. Normalmente um usuário clica no vídeo discovery quando ele quer saber mais sobre um determinado assunto.

Existem outras variações de anúncios, relacionados com os dois formatos citados. Uma das variações são os vídeos TrueView for Action, que são vídeos com chamada de ação, levando o usuário para realizar uma visita, cadastro ou mesmo uma compra em um site.

Aplicativos

Os anúncios de aplicativo tem como objetivo promover instalações ou ações em determinado aplicativo, que deve já estar integrado na conta do Google Ads. Além das principais segmentações, os anúncios de aplicativo são exibidos na rede de pesquisadisplayYouTube e Google Play (loja de aplicativos do Google).

Como fazer um anúncio no Google?

Depois de criar uma conta no Google Ads, o próximo passo é criar o seu primeiro anúncio. Os passos abaixo levam em conta a criação de um anúncio genérico de texto. Outros formatos de anúncios podem exigir etapas adicionais, facilmente configuradas na plataforma de anúncios do Google.

1. Definindo o tipo de campanha

Para criar uma nova campanha basta clicar no botão azul e selecionar a opção nova campanha. Em seguida você deve selecionar a meta da campanha e o tipo de campanha. Ao escolher uma meta específica – como vendas, leads, tráfego, etc. – o Google Ads vai apresentar os tipos de campanha que mais fazem sentido para a meta escolhida. Se você quiser ver todos os tipos de campanha, clique em “criar campanha sem meta”.

2. Fazendo as configurações gerais

Na próxima tela você vai realizar as principais configurações das campanha:

  • Definição de nome;
  • Rede onde será exibido (pesquisa ou display);
  • Local de exibição;
  • Idioma;
  • Público-alvo;
  • Orçamento da campanha;
  • Estratégia de lance;
  • Extensões do anúncio.

Existem configurações que estão ocultas e aparecem clicando em “mostrar mais configurações”. Para o caso de uma campanha de texto, você pode definir o tipo de conversãoprogramação de anúncios e rotação de anúncios, que define como os anúncios serão distribuídos.

3. Configuração do grupo de anúncio

A divisão de grupos de anúncios é importante para organizar a campanha e principalmente para configurar a segmentação que faça mais sentido para os anúncios que serão apresentados. No caso de uma campanha de texto, é nesta etapa que as palavras-chave serão inseridas. Recomenda-se agrupar as palavras similares em grupos de anúncios, pois assim os anúncios poderão ter mais relevância de acordo com a pesquisa que o usuário fizer.

4. Configuração dos anúncios

Por último é necessário inserir os anúncios, onde cada tipo de campanha possui configurações bem específicas. No caso da campanha de texto, aparecem campos para preenchimento de cada parte do anúncio:

  • URL final: define a página para onde o anúncio deve direcionar o usuário;
  • Título: são 3 posições, que podem ser exibidos em configurações diferentes, dependendo do contexto;
  • Caminho de exibição: é como o link do anúncio será exibido (não precisa ser o link real da página de destino);
  • Descrição: são 2 posições de descrição, que podem ser exibidas em configurações diferentes dependendo do contexto.

No geral, o Google recomenda o uso de 3 anúncios por cada grupo de anúncios pois ele poderá testar e ver qual anúncio é mais relevante e gera mais resultado para o usuário.

Como anunciar no Google de forma profissional?

Se você precisa anunciar sua empresa no Google de uma maneira totalmente profissional e com alto potencial de resultado, a Upster é a solução. Somos especialistas e certificados Google Partner. Trabalhamos com um trabalho de gestão de anúncios diferenciado e com foco em gerar resultados, seja fortalecer a sua marca, deixar seu produto ou serviço mais conhecido, gerar cadastros, pedidos de orçamento e vendas.

Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais o que podemos fazer para alavancar a sua empresa!

Quanto custa anunciar no Facebook?

O custo de fazer um anúncio no Facebook ou Instagram varia de acordo com a quantidade de cliques ou impressões que ele receber, pois a cobrança feita pelo Facebook Ads (programa de publicidade no Facebook e Instagram), no geral, é feita por CPC (custo por clique) ou CPM (custo por cada mil impressões). Como nesta plataforma o usuário tem controle sobre o orçamento que será utilizado, então podemos dizer que o custo de anunciar no Facebook é determinado pelo próprio usuário.

Exemplo: se o usuário definir o orçamento de R$ 100 para um determinado anúncio e o custo para cada clique for definido como R$ 0,25, então este anúncio poderá ter 400 cliques.

Como é feito o cálculo do custo de anúncio no Facebook?

No geral, o Facebook Ads cobra o anunciante pela quantidade de cliques ou visualizações (impressões) recebidas por um anúncio. A definição da modalidade de cobrança é feita diretamente no conjunto de anúncios e as opções variam de acordo com o objetivo da campanha. Há campanhas inclusive que podem ser cobradas pela quantidade de visualizações da página de destino ou a quantidade de cadastros recebidos, quando se trata de um anúncio na modalidade lead ads. Mesmo assim a base de cálculo é feita em cima de cliques e impressões.

O valor a ser pago um anúncio é definido por dois fatores:

  • Pelo orçamento
  • Pelo lance

lance é o valor que se deseja pagar por cada resultado objetivo. Ex.: “quero pagar R$ 0,25 por cada clique no anúncio”. Já o orçamento é a verba disponível os anúncios. Na prática, se o seu orçamento é de R$ 100 reais e o lance desejado é de R$ 0,25 por clique, a campanha tem a previsão de chegar à 400 cliques.

Mas por que previsão? Por que, depois e rodar a campanha, o Facebook Ads pode ou não consumir todo o orçamento da campanha e/ou entregar exatamente o lance desejado. Tudo vai depender do leilão: se o seu lance for muito abaixo dos concorrentes, sua campanha pode não alcançar pessoas o suficiente para consumir todo o orçamento.

Veja também:

Como funciona o leilão de anúncios no Facebook?

O formato de “leilão” é muito utilizado pelo mercado de mídia online como forma comercializar o inventário de mídia disponível. Na prática, podemos simplificar que ganha o leilão é o anunciante “que paga mais”. É uma forma das plataformas de mídia como Google Ads e Facebook Ads determinarem o melhor anúncio no melhor momento para determinado usuário.

Mas não é só quem paga mais (por lance) que ganha o leilão. Com o objetivo de entregar anúncios relevantes, o leilão leva em consideração outros fatores:

  • Lance: trata-se do valor que o anunciante está disposto a pagar por cada resultado obtido;
  • Taxa de ação estimada: é a estimativa de engajamento ou resultado estimado de um anúncio;
  • Qualidade do anúncio: a qualidade do anúncio pode ser definida por vários fatores, como densidade de texto na imagem, feedback do usuário, etc.

Estratégias de lance

Trata-se de como o Facebook ou Instagram vai utilizar o orçamento de determinada campanha ou conjunto de anúncios. Dentre os formatos disponíveis, algumas estratégias permitem ter o maior controle sobre o lance desejado, enquanto outras deixa trabalhar com o poder do algoritmo do Facebook para ter o melhor desempenho nas campanhas.

Menor custo

Nesta estratégia, o Facebook controla o lance e busca entregar o menor custo e o máximo de resultado dentro do orçamento estabelecido.

Limite de custo

No limite de custo, o anunciante diz qual é o custo desejado para determinado resultado e o Facebook administra os lances para buscar chegar ao resultado, dentro do possível. Em alguns casos o custo pode ser mais alto, conforme as oportunidades mais baratas são esgotadas.

Limite de lance

Neste caso o anunciante controla o lance máximo que deseja pagar por resultado. Em alguns casos, se o lance (e os outros fatores) perderem no leilão, o Facebook pode não entregar a campanha completamente.

Tipos de orçamento

Como foi falado, o anunciante controla o valor que quer gastar em seus anúncios. O controle, por sua vez, é feito de duas formas: no nível do conjunto de anúncios ou no nível de campanha.

O controle no nível de conjunto de anúncios permite determinar o orçamento na etapa de configuração geral do grupo de anúncios, onde são controlados os públicos, posicionamento, etc.

Já o orçamento no nível de campanha – também chamado de CBO (campaign budget optimization) – é um novo formato de controle de orçamento onde deixa os conjuntos de anúncios livres para consumirem a verba disponível de acordo com sua performance. O Facebook Ads vem anunciando que a estratégia de CBO será a única disponível na plataforma, porém até a data deste artigo o controle no conjunto de anúncios ainda estava disponível.

Na prática, o controle no nível de conjunto de anúncios permite um maior controle do orçamento, mas pode acabar pulverizando muito a verba disponível, dificultando o gerenciamento das campanhas.

Existem ainda duas formas de gerenciar o orçamento: através do orçamento vitalício, onde determina-se um valor total para uma determinada campanha, com início e fim; ou pelo orçamento diário, onde determina-se um valor diário e não cumulativo para o consumo do orçamento. As duas modalidades funcionam principalmente como uma forma de organizar o trabalho do dia a dia, mas é interessante testar em diferentes casos para ver qual é a que vai trazer maior performance.

Métodos de cobrança

As cobranças na veiculação de anúncios no Facebook, no geral, são realizadas através do Cartão de Crédito ou Débito, via PayPal ou para algumas contas via Boleto Bancário. Existem duas formas de cobrança: através de pagamentos automáticos ou pagamentos manuais:

  • Nos pagamentos automáticos o Facebook Ads fará cortes quando o valor consumidor atingir determinado valor, à critério do Facebook. Este modelo está disponível para pagamentos via Cartão de Crédito/Débito ou PayPal;
  • Já nos pagamentos manuais, o anunciante coloca um saldo pré-pago na conta sempre que quiser anunciar. O saldo pré-pago normalmente é inserido através de pagamento com boleto bancário, apesar de que é possível inserir o saldo com cartões de crédito e débito ou PayPal.

Existe ainda o pagamento faturado (pós-pago), onde o Facebook emite uma cobrança ao final de um mês de uso. Porém para ter essa opção, é preciso cumprir certos requisitos e passar por análise por parte do próprio Facebook.

Afinal, quanto devo investir no Facebook?

Como foi visto, o anunciante tem o total controle do quanto será pago ao Facebook através do orçamento, que é definido no nível da campanha ou conjunto de anúncios. Mas para determinar o quanto investir, é preciso ter muito claro qual o seu objetivo e meta.

Por exemplo, se você sabe que para realizar 1 venda são necessários em média 100 cliques em um anúncio, e se o valor médio de cada clique custa R$ 0,25, então para ter uma venda você precisa investir R$ 25,00. Se sua meta dentro de um mês é obter 100 vendas, então o valor a ser investido deverá ser de R$ 2.500.

Essa foi uma conta bem simplificada. Para ter uma projeção mais próxima da realidade, é preciso levar em fatores como CTR, qualidade do anúncio taxa de conversão, etc. Se você ainda não tem dados o suficiente para projetar o que deve ser investido, aconselhamos começar investindo um valor pequeno e ir aumentando conforme o resultado.

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A Upster conta com analistas especializados em Facebook Ads que vão ajudar e levar sua campanha para outro nível.

Como anunciar no Facebook Ads?

Anunciar no Facebook Ads permite sua empresa se conectar com o seu público-alvo na maior rede social do mundo. Uma das grandes vantagens de se anunciar na plataforma é sua alta capacidade de segmentação de públicos-alvo. Através de dados como faixa etária, gênero, localidade e interesses o Facebook Ads consegue, mesmo em uma Rede Social com mais de 130 milhões de usuários no Brasil, entregar seus anúncios exatamente para aqueles mais propensos a interagir com seus produtos ou serviços. A seguir mostraremos como começar a anunciar no Facebook.

1. Configurar o Gerenciador de Negócios

O primeiro passo é a criação de um Gerenciador de Negócios. Ela é a ferramenta que permite administrar seus ativos do Facebook que estão relacionados a seu negócio, como páginas e contas de anúncios. Para cria-la, acesse https://business.facebook.com/. Nela o Facebook irá solicitar o nome de sua Empresa, a página dela no Facebook (se ainda não tem, você pode cria-la aqui) e por fim o seu nome e e-mail.

A seguir é preciso a criação de uma Conta de Anúncios. É dentro dela que acontece a criação, segmentação, acompanhamento do desempenho e otimização das campanhas que você irá anunciar no Facebook. Para cria-la é necessário acessar, dentro do Gerenciador de Negócios, as Configurações do Negócio. Dentro da aba Contas, acesse a opção Contas de Anúncios. Clique em “criar uma nova conta de anúncios” e siga as instruções.

2. Instalar o Pixel

A instalação do Pixel do Facebook em seu website permitirá que você acompanhe o desempenho de seus anúncios. É ele que vai fazer a conexão de dados do seu site com o Facebook, permitindo você saber, por exemplo, se uma visita teve origem de um anúncio em veiculação no Facebook. Além disso é esse pixel que permite você trabalhar com algumas estratégias de remarketing.

3. Criação de Públicos

Conhecer o público para quem você irá divulgar no Facebook os seus anúncios é um dos pontos cruciais para o bom desempenho de qualquer campanha. E para que você seja certeiro nessa ação, será indispensável a utilização de Públicos do Facebook.

Há 3 tipos principais:

– Públicos Personalizados

É o público que teve algum tipo de interação com o seu negócio, seja eles pessoas que visitaram o seu site ou que interagiu de alguma forma com sua página do Facebook ou Instagram.

– Públicos Semelhantes

Os públicos semelhantes permitem que você encontre pessoas similares a clientes de sua base. O que leva essas pessoas a terem mais probabilidade de interagir com seus anúncios.

– Públicos Salvos

Já os públicos salvos são aqueles definidos dentro de uma campanha através de dados como a faixa etária, gênero, localização, dados demográficos e interesses.

4. Criação das Campanhas

Por fim, chegamos a fase da criação dos anúncios e é importante primeiramente conhecermos sua estrutura em termos de hierarquia. No primeiro nível encontra-se as Campanhas, seguida pelos Grupos de Anúncios, que por sua vez contém os Anúncios. Abaixo entenderemos um pouco melhor sobre cada um.

a) Campanha

A primeira parte da criação de um anúncio consiste em criar uma campanha para ele. É nela que você irá definir o objetivo de seu anúncio, os quais estão divididos em 3 categorias: Reconhecimento, Consideração e Conversão. Dentro de cada categoria há objetivos mais específicos como tráfego, envolvimento, conversões, entre outros. Você também pode estipular o orçamento nesse nível ou no nível dos Conjuntos de Anúncios.

b) Conjunto de Anúncios

É aqui que você definirá que público quer atingir, os posicionamentos de seus anúncios na rede do Facebook e também o orçamento e programação, caso você escolha otimizá-lo a nível de Conjunto de Anúncio. Nesse nível você poderá selecionar que tipo de evento de conversão você tem como objetivo dentro do seu site através do anúncio veiculado. E ajudará o Facebook a otimizar a entrega de seus anúncios dentro de sua rede.

c) Anúncios

Por fim, chegamos onde ocorre a montagem do criativo de seu anúncio com textos e mídias. Há vários tipos de formatos para a veiculação: anúncios de Foto, Vídeo, Story, Messenger, Carrossel, Apresentação Multimídia, Coleção, Reprodução, Experiência Instantânea, Formulário de Leads, além dos anúncios dinâmicos, no qual é possível divulgar o catálogo todo de uma loja ou até mesmo reimpactar clientes que já interagiram com o negócio, com produtos de acordo com o gosto de cada um.

Como anunciar no Facebook de forma profissional!

Aqui na Upster somos especialistas em gestão de Anúncios no Facebook e podemos maximizar o retorno sobre o seu investimento em mídia. Conte com uma empresa profissional para fazer a gestão das suas campanhas de levar seu negócio para outro nível.

Por que investir em marketing digital?

As pessoas estão mais do que nunca conectadas à internet, através seus desktops, notebooks,  tablets, TVs, consoles, e principalmente através de seus smartphones. Hoje usamos a internet para praticamente qualquer tarefa do cotidiano: procurar informações, locais, socializar, aprender, discutir, comprar, e assim por diante. Aposto que uma das primeiras coisas que você faz ao acordar é checar e-mails, saber o clima, ler notícias ou dar uma rápida olhada no Facebook, não é mesmo?

Para divulgar o seu negócio, despertar conhecimento da sua marca e chamar a atenção do cliente, é preciso estar onde o cliente está. E ele está na web. Por isso é fundamental investir em marketing digital, pois é através dele que será possível atingir o seu público e chamar atenção para sua empresa.

Veja também:

Aqui vão 8 motivos do por que investir em marketing digital é extremamente estratégico para seu negócio:

1. O seu cliente está online

É extremamente importante estabelecer uma forte presença online para que sua empresa seja encontrada na internet. Não adianta nada ter um site parado, sem acessos, uma fanpage sem curtidas ou uma loja sem vendas. O marketing digital tem como objetivo impactar o seu público onde ele esteja na internet.

2. Atinja o cliente certo, no momento certo

Diferente da mídia tradicional, no digital existem muitas possibilidades de segmentação para atingir o público certo. Desde as mais obvias como sexo, idade, renda, localização, até os interesses e comportamentos de compra. É muito mais fácil e certeiro entregar a mensagem para o seu cliente ideal.

3. O investimento relativamente baixo

Fazer um anúncio em TV ou colocar um banner no site do UOL (das antigas) custava os olhos da cara, e apenas grandes empresas conseguiam investir. Hoje temos diversas plataformas de publicidade que cobram apenas o valor do clique, e é possível estabelecer um limite de gastos. Você define o quanto quer pagar, e pode começar investindo muito pouco. É possível patrocinar uma campanha de Facebook colocar R$ 10 ou fazer um anúncio Google colocando um saldo pré-pago de R$ 40, que pode durar o mês inteiro.

4. O poder da mensuração de dados é absurdo!

Como saber exatamente quantas pessoas viram um outdoor ou propaganda na TV e quantas foram até sua empresa? E dessas, quantas compraram? É praticamente impossível medir o retorno de uma mídia off-line nos dias de hoje. Já na internet podemos saber praticamente todos os passos do cliente, desde que anúncio ele viu, clicou, qual o comportamento dele no site, que páginas ele leu, formulários preenchidos e compras. Podemos cruzar isso com várias outras informações e a partir disso alocar orçamento, otimizar campanhas, e escalar os resultados.

5. É um formato democrático

É claro que quem tem mais investimento pode conseguir um alcance muito maior, mas a pequena empresa pode conseguir um desempenho muito melhor que o grande. Muitas vezes o conhecimento de mercado, cliente e produto do pequeno empresário é tão grande, que suas ações de marketing digital podem ser muito mais ricas e atingir um público muito mais qualificado que os grandes players, com um investimento muito inferior. A maioria das grandes plataformas estão acessíveis a todos, e permitem um baixíssimo investimento, como já falamos nos tópicos anteriores.

6. O seu concorrente está online

Se você ainda tem dúvidas em investir no marketing digital, então o seu concorrente pode estar nadando de braçadas. Apesar de parecer que o marketing digital já está no seu limite, existe ainda um espaço muito grande para ser explorado. Os hábitos de consumo mudam numa velocidade jamais vista e a cada dia novas tecnologias estão mudando as regras dos negócios. Quanto antes você começar a investir neste mercado, mais rápido você vai entender a dinâmica e vai conseguir acompanhar as tendências.

7. Aumento de vendas

Com o poder da mensuração e a possibilidade de atingir o cliente em todos os passos de sua jornada, o marketing digital é uma estratégia que tem impacto direto no aumento de vendas de um negócio. Um simples exemplo é no Google Ads: podemos exibir um anúncio para uma pessoa que digite “comprar celular Samsung S8” na busca do Google, expressão claramente que ela está com intensão de compras.

8. Fortalecimento de marca

Já notou a quantidade de formatos de anúncio permitidos no Facebook? Temos também diversas opções no Google, YouTube, Linkedin, etc. A cada dia estas plataformas estão se superando e criando experiências cada vez mais ricas para seus usuários. Aproveitar esse tipo de formato para sua empresa é uma ótima pedida para fortalecer a marca e gerar consideração de compra.

Ao invés de se questionar se compensa ou não investir em marketing digital, faça o teste. Custa menos do que você imagina e com certeza os resultados vão te surpreender.

Como divulgar meu site?

Site bonito, bem legal, agradável, conteúdo de primeira, domínio curto e objetivo. Mas de que adianta tudo isso se ele não tem visitas? Não importa o objetivo do seu site: sem visitas ele não existe, pelo menos para o seu público-alvo.

Recebemos muitos contatos com a dúvida “como divulgar o meu site”, e existe uma infinidade de maneiras de fazer isso. Então separamos 9 dicas de como fazer isso (abaixo) e depois falamos com mais detalhes sobre cada estratégia e como elas são importantes para a presença online de seu negócio.

Veja também:

9 dicas para divulgar o seu site

  1. Inscreva-se no Google Meu Negócio
  2. Cadastre seu negócio no Google Maps
  3. Tenha um perfil nas principais redes sociais
  4. Crie engajamento nas redes sociais
  5. Faça anúncios no Google Adwords
  6. Impulsione anúncios no Facebook Ads
  7. Tenha um site com bom SEO
  8. Produza conteúdo em seu site
  9. Cadastre seu site em diretórios online

Agora vamos detalhar melhor sobre cada estratégia para divulgar o seu site:

Google Meu Negócio

Através do Google Meu Negócio é possível destacar seu negócio na pesquisa do Google quando as pessoas procurarem por ela. Neste destaque – que no desktop fica na direita e no mobile fica na área principal – são destacadas as principais informações de sua empresa, como o nome, fotos, endereço, horário de funcionamento, telefone, perguntas e respostas, avaliações e até notícias.

Além disso, ao cadastrar o endereço de sua empresa ela aparecerá no Google Maps, permitindo que as pessoas encontrem facilmente o endereço de seu negócio. No card com as informações exibe o botão “como chegar”, que abre o endereço no mapa do Google e permite que a pessoa trace sua rota para chegar até o seu negócio.

Para a divulgação do seu site basta cadastrar o endereço no campo “website”, e ele ficará destacado no card através de um botão de chamada para ação.

A ferramenta é totalmente gratuita e você pode cadastrar através de https://business.google.com/.

Redes sociais

Ter presença nas redes sociais é tão importante quanto ter um site. Mas a ideia aqui não é sair criando um perfil no máximo de redes sociais possíveis e deixar abandonado: como o próprio nome já diz, numa rede social é preciso se “socializar” com outras pessoas, criando diálogo e buscando engajamento do público alvo. Existem inúmeras redes interessantes para cadastrar o seu negócio: Facebook, Instagram, Linkedin, Pinterest, e assim por diante.

A escolha das redes sociais vai depender muito de onde o seu público está, e vale mais a pena ter um ou dois perfis ou páginas muito bem atualizas – com bom conteúdo e engajamento – do que ter um monte sem nenhum tipo de atualização.

Para divulgar o seu site nas redes sociais insira o endereço dele nos campos de “website” ou na biografia do perfil (vai de cada rede social). Além disso, é interessante colocar o link nas postagens, grupos de divulgação, etc.

Anúncios de Google Ads

Trata-se do serviço de publicidade do Google (antigo Google Adwords). Anunciar através do Google Ads é uma ótima maneira de divulgar um site, pois além de impactar o cliente quando este está buscando por um produto ou serviço, permite fazer divulgações na rede de sites parceiros do Google e também no YouTube. Não há limite mínimo de investimento e só paga a cada clique recebido (CPC).

Anúncios Social Ads

São anúncios patrocinados nas redes sociais, sendo o mais popular a plataforma Facebook Ads, que contempla anúncios pagos no Facebook, Instagram e Messenger. É possível impulsionar postagens, a própria página ou fazer anúncios diretos, que serão exibidos para o seu público, mas não serão publicados na timeline de sua página. Para levar acessos para o site, basta criar posts com links para a página ou anúncios com botão de chamada de ação para visita ao site.

Otimização para mecanismos de pesquisa (SEO)

Fazer SEO (search engine optimization) é uma prática extremamente recomendada para qualquer site ou loja virtual. Consiste em um conjunto de técnicas indexar e melhor posicionar o site na parte da busca que é orgânica, ou seja, gratuita. Quando uma pessoa buscar por algum termo de busca (ou palavra-chave) e seu site apareça nas primeiras posições, as chances de receber um clique gratuito são muito altas.

Mas a concorrência para aparecer nas primeiras posições ou mesmo na primeira página é extremamente grande. Para um site ficar nos primeiros lugares são levados em conta centenas de critérios, incluindo a estrutura do site ser otimizada para SEO, conteúdo relevante e autoridade da página.

Como divulgar minha loja virtual?

Para uma loja física ter visitantes basta estar em um ponto comercial movimentado, bem localizado ou dentro de um shopping, o que (teoricamente) dispensa a necessidade de divulgação. Já uma loja virtual que não é divulgada e não atrai visitantes praticamente não existe. Esperar que um site receba organicamente um volume de tráfego o suficiente para gerar vendas é esperar por um milagre – a não ser que o diferencial de seu negócio seja tão grande que seu site viralize sozinho. Por isso, é essencial que a estratégia de marketing digital de sua loja seja um dos pilares de sua estratégia.

As principais maneiras de divulgar uma loja virtual são:

  1. SEO (otimização para mecanismos de busca)
  2. Redes Sociais
  3. Google Ads (antigo Google Adwords)
  4. Google Shopping
  5. Facebook Ads (e Social Ads)
  6. Comparadores de Preço
  7. E-mail Marketing
  8. Marketplaces
  9. Outros canais (fóruns, blogs, diretórios)

SEO (otimização para mecanismos de busca)

Trata-se da busca orgânica, quando um site é exibido e recebe cliques nos resultados naturais de site de busca, sem a necessidade de investimento em mídia. O termo SEO vem de search engine optimization, que trata de um conjunto de técnicas para otimizar um site nos mecanismos de busca e posicioná-lo entre os primeiros resultados.

SEO é extremamente importante para qualquer tipo de site, e quando falamos de um e-commerce pode fazer grande diferença no resultado, pois permite fazer a divulgação gratuita do site quando as pessoas estão com intenção de compra. Por exemplo: “tv samsung preço” ou “comprar playstation 4” são termos procurados quando uma pessoa possui forte intenção de compra.

Existem centenas de critérios para que um site fique bem posicionado na busca, que vai desde a autoridade de domínio, autoridade de página, conteúdo, estrutura e links apontado para o site.

Veja também:

Redes sociais

As redes sociais como Facebook, Instagram ou Linkedin são extremamente importantes para criar engajamento com potenciais clientes. As pessoas passam muito mais tempo no feed do Facebook por exemplo que em muitos sites. Apesar de ser um importante canal de divulgação, o objetivo principal objetivo é dialogar com o público, levando conteúdo relevante – e não apenas promoções e mais promoções. É muito comum do iniciante no comércio eletrônico se limitar a postagens de produtos que tem em sua loja, limitando o potencial da ferramenta. Mas pense: quem é que entra no Facebook ou no Instagram pensando em comprar algum produto? Quando há a intenção de compra, é mais comum que as pessoas façam a busca no Google, num comparador de preços ou diretamente em alguma loja que conheça.

Google Ads

Uma das maneiras mais rápidas, eficientes e eficazes de anunciar um e-commerce é através do serviço de mídia do Google, o Google Ads (antigo Google Adwords). Nesta ferramenta é possível “comprar” termos de busca que as pessoas estão buscando, como por exemplo “tv samsung preço” ou “comprar playstation 4”, já mencionados no tópico onde falamos de SEO. A diferença é que os anúncios são exibidos quase que instantaneamente, sem a necessidade de desenvolver complexas otimizações de conteúdo ou no site.

Mas a plataforma Google Ads não se limita à busca (ou links patrocinados): temos também a Rede de Display e o próprio YouTube, plataforma de vídeos do Google. A Rede de Display corresponde ao conjunto de sites parceiros do Google, onde é possível fazer anúncios através de banners em sites de conteúdo de diversos assuntos. No caso do YouTube, é possível fazer anúncios de vídeo.

A ferramenta de gerenciamento do Google Ads é fantástica e permite controlar quase tudo em relação às campanhas: orçamentos, custo por clique, segmentações, lances por dispositivos, locais de exibição, e mais uma infinidade de coisas. Ainda é possível fazer a integração com diversas ferramentas do Google, como o Google Analytics, YouTube, Google Meu Negócio, e assim por diante.

O investimento é realizado via CPC (custo por clique) e o posicionamento do anúncio é determinado por meio de um leilão (quem paga mais) com a qualidade do anúncio e página de destino.

Google Shopping

Apesar de ser exibido na busca ter muita coisa parecida com os links patrocinados, o Google Shopping permite exibir os produtos em formato de “grade de produtos”, exibindo fotos, preços e o nome da loja. E ainda melhor: ao contrário dos links patrocinados (anúncios de texto), é possível que uma mesma loja exiba 2 ou mais produtos num mesmo resultado de busca.

Os anúncios são feitos ela plataforma do Google Ads, mas as ofertas devem ser cadastradas no serviço chamado Google Merchant Center (https://merchants.google.com). Os produtos podem ser inseridos através de uma planilha, via integração de API ou por meio de um Feed no formato de XML. Tudo vai depender dos recursos disponíveis em sua plataforma de e-commerce.

Para quem possui produtos que possuem pesquisas nos mecanismos de busca, é uma estratégia   obrigatória. O pagamento é feito apenas por clique (CPC) e costuma ter alta taxa de conversão, pois quem clica nos anúncios normalmente já está pré-disposto a comprar.

Facebook Ads (ou Social Ads)

Diferente das redes sociais, social ads refere-se aos anúncios pagos realizados nas redes sociais.  A plataforma mais conhecida (e desenvolvida) para fazer isso é através do Facebook Ads, onde é possível anunciar através do FacebookInstagram e Messenger. Também existem outras ferramentas, como o Linkedin Ads, Twitter Ads, Pinterest Ads, e assim por diante.

No Facebook Ads existem vários formatos de anúncios disponíveis para os mais diversos objetivos. É possível impulsionar publicações já feitas na página ou perfil, fazer anúncios diretos (darkposts), anunciar produtos e um catálogo, vídeos, conjunto de imagens, carrossel de produtos, etc. Os objetivos são os mais variados: reconhecimento de marca, visitas ao site, engajamento com publicações, downloads de apps, vendas de produtos através de catálogos ou conversões no site.

Quando fazemos uma postagem nas redes sociais esperamos que ela alcance muitas pessoas sem investimento, mas infelizmente as redes sociais limitam ao extremo este alcance, estimulando que as empresas façam a compra de mídia.

Comparadores de preço

Sites como BuscapéZoom ou JáCotei são especialistas em comparação de preço entre lojas. Por muito tempo estes foram os principais sites de anúncios de uma loja virtual, visto que as pessoas que estão navegando por ali são potenciais clientes e busca de um produto para comprar. A cobrança é feita através de CPC e o posicionamento das ofertas costuma ser por leilão, onde quem paga mais aparece nas primeiras posições. A integração normalmente é por arquivo XML, mas algumas permitem o cadastro de produtos via planilha.

E-mail marketing

Prática muito comum, o e-mail marketing já foi muito mais do que é hoje. Antigamente era possível comprar bases de e-mail (não recomendado) ou alugar listas externas para disparar as ofertas. Porém a boa prática é construir uma lista de clientes própria, previamente autorizada pelo usuário. Assim as campanhas de e-mail terão muito mais aceitação e sucesso, aumentando a taxa de abertura, cliques e vendas.

Para fazer a captação de e-mail normalmente se usa a lista de clientes que já compraram na loja ou quem se cadastra em formulários para receber ofertas. O disparo é feito normalmente através de ferramentas de disparo em massa e o formato pode ser em texto ou em HTML.

Marketplaces

Os marketplaces são sites que agregam ofertas de várias lojas virtuais, porém diferente de um comparador de preço. Em um marketplace a venda acontece diretamente no carrinho e checkout deste próprio site, e o lojista recebe os pedidos dentro de um painel administrativo, disponibilizado pelo próprio site.

Os marketplaces mais conhecidos são o Mercado Livre, B2W (Submarino, Americanas, Shoptime), Cnova (Casas Bahia, Extra, Ponto Frio), Walmart, Amazon, Magazine Luíza, Netshoes, Dafiti, entre muitos outros. Há uma grande tendência de lojas grandes, com grandes volumes de tráfego se tornarem marketplaces, permitindo que outros lojistas vendam seus produtos ali.

A grande vantagem de utilizar marketplaces é que existe um alto volume de visitas e a credibilidade da marca, além de muitos clientes fiéis – além de pagar apenas comissão sobre o que vender. A desvantagens são as altas comissões de venda (podem variar de 10% a 30%), e também o fato de que a sua loja não será em nenhum momento destacada, o tornando mais um distribuidor do que um varejo.

Outros canais

Existem vários outros canais que uma loja virtual pode ser divulgada.

  • Fóruns de discussão;
  • Blogs (através de Guest Post e anúncios diretos);
  • Através de influenciadores digitais;
  • Sites de fornecedores;
  • Sites de cupom de desconto e cashback;
  • Clubes de compra (como Peixe Urbano ou Grupon);
  • Diretórios (Telelistas, Lista Amarela, Guia Fácil, etc.)
  • Sites de compra e venda;
  • Grupos nas redes sociais.

Boas práticas

Não adianta divulgar o seu e-commerce e levar pessoas para dentro da loja se o site possui problemas para fechar a compra ou não possui ofertas relevantes. Aqui vão algumas boas práticas:

Tenha uma boa oferta

Antes de mais nada, a oferta de sua loja precisa ser relevante para despertar o interesse de compra. Aqui é preciso entender bem sobre as necessidades e desejo do consumidor e ter domínio do seu produto, sabendo exatamente como fazer para que o cliente queira comprá-lo. Avalie a competitividade de seu negócio perante seus concorrentes e busque maneiras de se diferenciar, seja com preços mais baratos, serviços agregados, mix de produtos, entrega, etc.

Produto bem apresentado

A página de produtos é uma das principais páginas acessadas no site, e costuma ser a primeira entrada de um cliente na loja. Por isso é importante encantar o usuário logo quando ele entra e despertar interesse de compra ou de navegação em mais produtos. Algumas dicas:

  • Explore muito bem as fotos e exiba outras posições;
  • Vídeos e conteúdos especiais também são muito legais;
  • Tenha um título muito bem feito (vale muito para SEO também);
  • Desenvolva uma descrição vendedora, mostrando vantagens e benefícios;
  • Não deixe faltar nenhuma informação técnica (pode levar à dúvida e saída do site);
  • Não se esqueça de destacar preço à vista, parcelamentos, cálculo de frete, etc.

A navegação precisa ser simples e checkout precisa estar funcionando

Deixe a navegação de categorias o mais amigável possível, para que o usuário chegue onde precise em poucos cliques. A busca precisa estar bem afinada e as categorias em uma organização lógica e simples.

Os botões que levam até a finalização de compras (como “comprar” e “finalizar pedido”) precisam estar chamativos e em destaque na página. Não pode haver dúvidas de onde clicar para fechar um pedido.

Certifique-se de que o cálculo de frete esteja funcionando bem, com prazos e preços condizentes com o mercado e estratégia comercial.

O checkout precisa ser rápido, objetivo e funcional. Quanto mais meios de pagamento forem disponibilizados, melhor. Só evite a duplicidade de formas de pagamento e o exagero no uso de intermediadores de pagamento, priorizando boleto, cartão de crédito, débito e outras formas interessantes para o seu negócio. Se o  intermediador for a única forma de pagamento, certifique-se de utilizar um serviço que tenha “checkout transparente”, fazendo com que os usuários não sejam direcionados para outra página.

Tenha o Google Analytics bem configurado

Analisar dados é muito importante para a performance de um e-commerce, mas muita gente acha que o Google Analytics só serve para ver as estatísticas de acesso e nada a mais. Existe uma infinidade de relatórios, onde pode-se entender, o comportamento, origem do tráfego, páginas mais visitas, taxa de rejeição, e assim por diante. É obrigatório ter o relatório de comércio eletrônico ativado na loja, e também é importante configurar o funil do site, onde será possível saber a evolução de visitas e abandonos de cada etapa do site, desde a página de produtos, carrinho de compras, checkout, etc.

Parametrizar URL

Para saber com mais detalhes de onde os acessos e conversões estão vindo, é importante utilizar os parâmetros de URL (os UTMs), permitindo separar as informações dentro do Google Analytics. Os parâmetros permitem saber a origem do acesso, mídia utilizada e a campanha. Assim é possível saber o desempenho de cada ação feita, através de mídias como Facebook Ads, E-mail Marketing, Comparadores de Preço, etc. No caso do Google Ads existe uma integração nativa com o Google Analytics, e indicamos que esta integração seja feita, pois é muito simples e eficiente.

Para parametrizar uma URL utilize o Google URL Builder (https://ga-dev-tools.appspot.com/campaign-url-builder/).